A saudade invade meu peito,
pois há um medo de você.
Medo dessa solidão,
e não entendo o porquê.
Se ela me joga em seus braços,
deles fujo com veemência.
Mas sempre procuro seus traços
em rostos sem inocência.
E logo ao entardecer
procuro nos raios do sol,
já o longe amanhecer.
Se você longe está,
passo então a murmurar,
seu nome em qualquer lugar.
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