Lá distante mora um homem,
já está velho e acabrunhado;
Vê os jovens empavesados
através de olhos eclipsados.
À noite quando o sereno cai,
o velho que é um tanto néscio,
ao longe vê o boi que vai,
vagueando através do seu cônscio.
E ao amanhecer já sente o
pobre velho, a pele empalidecer.
E lento corre sobre a relva
para respirar o ar que se eleva.
Ela o fortalece, o transforma;
O deixa livre sobre o páramo.
E o velho que antes sofria,
agora chora, mas de alegria.

Sempre gostei de gente velha.ADORO OUVIR SUAS EXPERIÊNCIAS,saber seus saberes,sorrir seu sorriso,sentir seu cheiro e segurar suas mãos leves e finas ,outras grossas e ásperas de tanto trabalho mas,com tanto carinho e meiguice.Adoro velhos!!!
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