Vaga um sorriso na imensidão do céu azul,
e o sol percorre a vasta constelação;
Sem se mover, sem ter olhos, pode ver tudo,
sem perceber, toca tudo com um fio de brilhar.
Quando a lua, companheira sofredora,
o encontra em um eclipse tardio,
vê-se como é triste, dois amantes terrivelmente
apaixonados, e por destino separados.
No amanhecer, quase podem se encontrar
mas, o tempo não pára para eles, e
separam-se chorosos, porém, conformados.
Quando chove, sentimos a ausência
de um; e em noites de tempestades,
percebe-se a morte triste do outro.
o encontra em um eclipse tardio,
vê-se como é triste, dois amantes terrivelmente
apaixonados, e por destino separados.
No amanhecer, quase podem se encontrar
mas, o tempo não pára para eles, e
separam-se chorosos, porém, conformados.
Quando chove, sentimos a ausência
de um; e em noites de tempestades,
percebe-se a morte triste do outro.
(Maria
Inês Silva de Souza)
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