Quando o
homem sonha vencer,
não se
lembra de esquecer,
a
arrogância e a ganância;
O que o
faz, às vezes perder.
E sobe a
rampa da fome,
muitas
vezes sujando-se na lama;
A alma que
por paz clama,
e a dor
que se estende como a chama.
Se pode,
não tenta olhar,
no espelho
que se reflete,
chora e
sofre, muito padece.
Quando vê
não é nada,
tem tudo e
exige tudo,
e por esse
“tudo” morreu no absurdo.
(Maria
Inês Silva de Souza)
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