Não há solidão que
perdure para aquele,
que faz da caneta,
sua companheira e amiga.
Não há tristeza que mate,
aquele que compõe poemas,
de dor e angústia, e faz assim
nascer sonhos de lágrimas.
Não há um só solitário
no mundo, que já não tenha
escrito uma só linha.
Pois onde há uma caneta,
um papel em branco e um
sonho, sempre há devaneios.

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