Amor meu, onde estás?
O que o tempo nos fez perder,
na tarde ou no alvorecer,
que não vimos acontecer?
Por que o sol não se põe,
e a mão já não se fecha,
num fio ou pequena mecha,
esvoaçante de cabelo?
Onde foi parar o riso,
da criança, ou de improviso,
pra virar a gargalhada?
Quando vão abrir as rosas,
daquela roseira em prosa
que, plantaste em meu jardim?
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