Que o sol se esconda
quando o teu riso o empalidecer,
de pura vergonha,
ao ver tamanha luz.
Que a lua fique rubra
ao sentir a força do teu olhar,
que faz brotar a flor da terra
e o fruto no pomar.
Que os homens de bem chorem
quando conhecerem a pureza,
do teu coração de criança.
Que eu morra antes de te perder,
para nunca saber a dor,
de não mais te ter.

Esta poesia também é para minha filha Marina Souza.
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